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Escrito por Marcos Maurício às 18h57
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Livro contra armas, balas contra palavras. O que aconteceu na última terça (19/06) na USP foi uma luta de desiguais. Quase todas as guerras são marcadas por diferenças que podem ser numéricas, financeiras ou bélicas, ou seja, diferença no número de soldados de cada lado, do dinheiro que cada um tem para conseguir armamentos e munições, etc. No caso da batalha na USP as diferenças são muitas e significativas. De um lado palavras de ordem, palavras de luta e de descontentamento, palavras... Do outro soldados armados, com armas, bombas, violência... De um lado livros e do outro munição. Palavras e livros, balas e bombas. Protesto contra intolerância. Violência que acaba numa história mal contada por aqueles que agridem. Violência que chega até a História onde encontra professores que mal sabem porque recebem bombas e tiros.Perdidos, encurralados com os alunos e com os funcionários. A polícia agride sem saber a quem e sem saber o motivo. Não pergunta, não espera. Ataca. Triste fim? Espero que não. Que seja um novo começo. Escrito por Marcos Maurício às 12h37
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Mas quem disse primeiro foram as Sagradas Escrituras. Elas contam que Deus estava infeliz. O vazio em que vivia lhe dava tédio. Por isso teve um sonho. Sonhou com um jardim _não há nada que dê mais alegria que um jardim. E decidiu plantar um jardim para ficar alegre. http://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u896.shtml Escrito por Marcos Maurício às 19h27
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Depois da queda... (e não é a da bolsa)
Pois é, parece ridículo, mas é a mais pura verdade. Caí, um tombo bobo e feio, e quebrei o cotovelo. Nunca tinha quebrado nenhum osso. Como diz o meu cunhado Taiguara não vou mais poder me vangloriar disso. Estava sozinho, tinha acabado de sair de um bar com uns amigos, procurava um táxi quando uma corrente me achou primeiro. Poderia ter inventado uma história de cinema qualquer, tipo assim: 1)Estava voltando pra casa, de longe vejo uma cena meio estranha, uma mulher tenta se soltar de um homem que tenta agarrá-la a força, vejo a cena mais de perto e percebo que é uma tentativa de violação. Chego perto sem que o safado veja, dou-lhe um soco na nuca, ele cai e a moça, ainda em prantos, começa a agradecer-me. O que não imaginávamos é que o estuprador não estava só, tinha um comparsa, ele veio em nossa direção, a luta foi violenta, socos e chutes para todos os lados. A polícia chega, penso que a luta está terminada, vou ajudar à moça que ainda está caída chorando e o bandido, ignorando a polícia empurra-me e eu caiu por cima do braço, quebrando o cotovelo. 2) Estou eu voltando para casa, quando ouço gritos, não vejo ninguém, era madrugada, São Paulo vazia, os gritos de ajuda não cessavam. Chego próximo ao lugar dos gritos que agora não passam de pequenos murmúrios. Vejo que há um buraco no chão, desses feitos por companhias de concessão pública, e uma senhora, grande, gorda está lá, caída. Ela me vê e pede ajuda. O buraco tem uns 2 metros de profundidade e mais ou menos 1 metro de diâmetro, tento sair para chamar ajuda, mas Antônia, esse é o nome da senhora presa no buraco, me pede que eu a ajude, tentamos começar a remoção (não sei se esse o verbo mais bonito para mostrar o que acontecia, mas a imagem era bem essa mesma, a de uma remoção). Comecei a ajudar Antônia dei a mão à ela que me estende a sua. Quando já estava quase conseguindo, ela escorrega e puxa meu braço para baixo. Os ligamentos do cotovelo não aguentam o tranco e sofro uma luxação com pequena fratura. 3) Quase uma hora da manhã de sábado, saio de um bar no qual conversava com alguns amigos, na hora de ir embora vai cada um para um lado, vou em procura de um táxi. Numa praça próximo ao metrô 4 caras bem mal encarados tentam me roubar. Resisto ao assalto, mas durante o grandioso embate, vou ao chão, caindo de mau jeito e luxando o cotovelo, os covardes fogem sem nada levar, mas fico lá caído, me levanto e vou andando até o hospital mais perto segurando o braço que dói muito. Como percebe-se aqui, muitas vezes podemos mudar a realidade a nosso modo e nem sempre as coisas ficam melhores, ou seja no final, independente da história o braço ta quebrado. Com valentia ou sem ela, com sorte ou não resultado foi o mesmo. E a dor ainda levemente continua. Se tiver outras sugestões de histórias e só enviar.
Escrito por Marcos Maurício às 10h11
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Textos antigos I (de novo) Voltando a publicar os velhos textos perdidos no tempo e no espaço de HDs sem memória e sem história. O título é:
MORREREMOS? É incrível como pessoas sensíveis podem mudar o mundo. O mundo é a metáfora da vida que vivemos. E nos últimos tempos o mundo é morte, é horror, é desespero. Reflexo de uma vida suja de um mundo imundo, de um presente ausente. Vivemos em busca da luz , “mas eu não tenho luz”, vivemos em busca de um passado que ainda não passou, nem nunca passará, porque por ser passado era, foi. João, Maria, José, nomes que não informam, que não dizem nada. São. Estão. Passam pela vida sem viver, são passageiros de um trem fantasma, cuja estação final todos conhecemos. Mas ninguém nunca esteve lá, se esteve, não contou ou por medo, ou por tristeza.
O outro lado, como será? Como será a vida? Pois estamos na morte eterna, não conhecemos o outro lado do espelho escuro, não vimos a luz. O mundo sem alfabetos, sem Letras. O mundo das imagens e dos sons que nos impregnam a rotina do dia a dia. Este é o mundo do espelho escuro. Onde está DEUS? Ele nos esqueceu aqui, está zombando com a nossa cara. Escondido esperando a hora de voltar, esperando o quê? O fim já está aqui. Mortos espalhados pelo chão; sangue pisado por crianças inocentes- assassinos. E Deus a olhar para tudo e rir-se. Judeus matam mulçumanos em nome de Deus, que Deus é este que permite a morte em seu nome, que religião é essa que esconde toda a irracionalidade humana. Será Deus? Criador, todo-poderoso? Será que somos filhos da injustiça e do descaso? Pode ser que não, mas ainda não encontrei as respostas que busco. O mundo tecnologicamente correto. O mundo das falsas verdades, e das verdadeiras mentiras. Este é o mundo que vivemos, este é o mundo que não queremos ver neste novo século que virá. Conseguiremos? Só nós poderemos dizer, daqui a 100 anos, então até lá!!!
Escrito por Marcos Maurício às 20h02
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Análise do discurso e Mídia http://ojs.portcom.intercom.org.br/index.php/comunicacaomidiaeconsumo/article/viewFile/5006/4630
Escrito por Marcos Maurício às 13h33
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Historias Em Quadrinhos View more presentations from Marcos Silva. Escrito por Marcos Maurício às 09h40
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As mudanças que vêm e que vão
“…o milagre do espírito repetiu-se todos os anos, com a transformação de jovens imaturos em cidadãos integrados na sociedade e conscientes de seus direitos e deveres.” Francisco Gracioso In: Revista ESPM volume 16, ano 15. Ed 1.
Refletia sobre essa frase e pensava que a mudança que se sente nos alunos é resultado – entre outras coisas – da mudança que se dá também em nós professores e acredito que em outros funcionários também. A ESPM mais do que uma instituição de ensino superior é uma instituição superior de ensino; explico-me. Ao que se pode perceber no dia a dia da Escola a função não é nunca a de só formar para um mercado cada vez mais competitivo – função de quase todas as faculdades e universidades – a função primeira é formar um cidadão que, preocupado com o mundo a sua volta e com as pessoas que estão nele, esteja preparado para este mercado competitivo, deste modo a lógica da educação muda e a instituição muda as pessoas que nela estão. Por isso digo que nós professores também mudamos, pois passamos a acreditar no ideal de projeto da Escola, passamos a querer fazer com que as coisas funcionem e que as transformações possam ser possíveis. Os alunos sentem a integração e a dedicação da Escola para com os professores e esta dedicação passa dos professores aos alunos. Sentimos que somos pessoas e não indivíduos (em termos de DaMatta) estamos integrados e tentamos integrar. Desta forma as mudanças são possíveis, e acontecem. Percebemos também mudanças significativas nos alunos num espaço de tempo muito curto. Em geral dou aulas para os alunos que estão entrando na Escola. Quase sempre alunos de 1º. e 2º. semestres de RI. Alunos que acabam de deixar o Ensino Médio e mal sabem o que vão fazer num curso novo como este. Nas primeiras aulas percebe-se certa hesitação (ou seria exaltação) por parte de alguns alunos, talvez devido à imaturidade, talvez devido a uma liberdade até então nunca experimentada. Alunos que vêm de outras cidades, que passam a morar sozinhos ou em repúblicas, mudanças fortes para jovens ainda em formação. Em algumas aulas sentimos dificuldades, pois estes alunos falam muito, querem contar-se coisas, querem aproveitar esta liberdade que lhes fora dada. Em outras tudo parece mais calmo e não sabemos bem o porquê. Em pouco tempo acontecessem as primeiras mudanças, alunos que mal entram na Escola já começam a ter uma vida acadêmica e de trabalho. Contam, com muita alegria, que estão na ESPM Jr., que formam aprovados na AIESEC, que estão fazendo parte da Atlética, etc. Começam a ter envolvimento também com o mundo escolar acadêmico, percebem que não é o mesmo fazer um trabalho para o colégio ou ter que defender um projeto como o TCM, ter que expor seus conhecimentos adquiridos há tão pouco tempo. Mas as principais mudanças parecem vir depois. Hoje encontro alunos nos corredores que estão no 3º. ou 4º. semestre e muitos vêm contar-me, com felicidade, que estão com projetos de trabalho, que a vida tem melhorado muito, que se sentem mais capazes. Contam dos cursos de férias que fizeram, das viagens de intercâmbio. E do muito que estão aprendendo na ESPM. E aqui volto à epígrafe deste pequeno texto, estes alunos estão passando – e percebendo isso – de jovens imaturos a cidadãos conscientes e integrados na sociedade de fato.
Escrito por Marcos Maurício às 18h01
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Para conhecer São Paulo
Escrito por Marcos Maurício às 00h05
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Hoy todo el hielo en la ciudad - Almendra Escrito por Marcos Maurício às 15h58
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Tema de Pototo - Almedra Escrito por Marcos Maurício às 15h08
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El mundo entre las manos - Almedra Escrito por Marcos Maurício às 14h57
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Laura Va - Almendra Escrito por Marcos Maurício às 14h53
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Muchacha (Ojos de Papel) - Almedra Escrito por Marcos Maurício às 14h44
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A Queda de Dona Marisa Esta semana a nossa Primeira Dama caiu da cama e quebrou a clavícula, o que não foi dito em nenhum lugar ainda é o que disse Dona Marisa ao presidente logo depois da queda. Mas eu descobri. Há uma música de Chico Buaque chamada "Não Sonha Mais" que descreve exatamente o que disse a digníssima esposa de nosso presidente a ele ainda no chão do Palácio da Alvorada. Olhem a letra da música de Chico Buarque e digam se não pode ser considerada uma premonição... Hoje eu sonhei contigo, tanta desdita, amor nem te digo É ou não uma pérola?
Escrito por Marcos Maurício às 16h51
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